Uma força-tarefa voltada à proteção da população contou com a participação da Polícia Civil e de agentes das prefeituras de Lauro de Freitas e de Salvador, nesta sexta-feira (8/5), durante a Operação Skincare 2026. A ação teve como alvo clínicas de bronzeamento que utilizam equipamentos proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em todo o território nacional.

No município, a operação contou com a atuação da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), órgão vinculado à Procuradoria-Geral do Município (PGM), em parceria com o Procon Bahia, além de agentes da Vigilância Sanitária em Saúde, vinculada à Secretaria Municipal de Saúde (SESA), e da Secretaria Municipal de Planejamento, Desenvolvimento Urbano Sustentável e de Ordenamento do Uso do Solo (SEDUR), responsável pela verificação de irregularidades nos alvarás de funcionamento.

Ao todo, seis estabelecimentos foram interditados simultaneamente: quatro em Salvador e dois em Lauro de Freitas. Em cinco dos locais vistoriados, foram encontradas máquinas de bronzeamento artificial em pleno funcionamento, em desacordo com a proibição sanitária vigente. Todos os estabelecimentos que apresentaram irregularidades foram autuados.

O inquérito foi instaurado pela Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON), integrante do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC). A investigação apura não apenas o uso dos equipamentos proibidos, mas também a exposição da população a riscos que podem causar lesões corporais graves, comprometimento irreversível da pele e câncer. Há, ainda, indícios de publicidade enganosa, com promessas de resultados estéticos não alcançados e garantias falsas sobre a segurança dos serviços oferecidos.

As investigações seguem em andamento para esclarecer possíveis práticas irregulares nos âmbitos comercial, jurídico e sanitário por parte dos estabelecimentos envolvidos. A Prefeitura de Lauro de Freitas reforça seu compromisso com a defesa da saúde e dos direitos do consumidor, atuando ao lado das forças de segurança e dos órgãos fiscalizadores para coibir atividades que coloquem vidas em risco.

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